FOI SEMPRE VOCÊ...
Porque foi você quem me fez me redescobrir
Foi você quem me levou por caminhos de sol
Foi você quem me aqueceu na chuva
Foi você quem desenhou meu melhor sorriso
Sua...
Porque foi seu corpo que se fez abrigo
Foi seu ombro o travesseiro amigo
Foi seu rosto o espelho da alma
Sua...
Por me tornar calma
Por me deixar louca
Por me emudecer
Por me fazer respirar melhor...
Sua...
Por tudo
Por nada
Por ser
Sentir
Emergir
Olhar o infinito e saber que posso voar mais uma vez...
(Tereza Maria Caarneiro)
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
domingo, 7 de agosto de 2016
sábado, 9 de julho de 2016
O RIO PRECISA DE TI...
Quando a correnteza for forte ou amena
Quando alguma pedra ameaçar cortar seus pés
Da margem esquerda até a direita do rio
Sempre existirá alguém precisando de ti...
Misture suas lágrimas com as águas
Na superfície brilhará seu rosto
Misturando _se ao sol
O rio segue sem pressa
Da nascente ao mar
O rio sempre segue
Segue...
Segue...
O rio canta
O rio chora
O rio silencia
Faz barulho...
O rio não para...
Muitas mãos estão estendidas
Muitos passos buscando saídas
Muitos barcos estão a remar
Outros já cansados de tanto nadar
Alguns simplesmente parados
Levados pela correnteza
Da incerteza
(...)
Navegantes de águas doces
Peles expostas ao sol
Ao vento
Ao frio
Ao relento
Eterno ou fugaz
Tanto faz ...
Indo ou voltando
Regressando
Retornando
Não sabemos ao certo, a porta
Seu abraço sempre conforta
Seu grito alerta
Seu silêncio desperta...
E é por essas e outras que ouso repetir...
Permaneça
Jamais esqueça
O RIO PRECISA DE TI...
(Tereza Maria Caarneiro )
07/07/2016
Quando a correnteza for forte ou amena
Quando alguma pedra ameaçar cortar seus pés
Da margem esquerda até a direita do rio
Sempre existirá alguém precisando de ti...
Misture suas lágrimas com as águas
Na superfície brilhará seu rosto
Misturando _se ao sol
O rio segue sem pressa
Da nascente ao mar
O rio sempre segue
Segue...
Segue...
O rio canta
O rio chora
O rio silencia
Faz barulho...
O rio não para...
Muitas mãos estão estendidas
Muitos passos buscando saídas
Muitos barcos estão a remar
Outros já cansados de tanto nadar
Alguns simplesmente parados
Levados pela correnteza
Da incerteza
(...)
Navegantes de águas doces
Peles expostas ao sol
Ao vento
Ao frio
Ao relento
Eterno ou fugaz
Tanto faz ...
Indo ou voltando
Regressando
Retornando
Não sabemos ao certo, a porta
Seu abraço sempre conforta
Seu grito alerta
Seu silêncio desperta...
E é por essas e outras que ouso repetir...
Permaneça
Jamais esqueça
O RIO PRECISA DE TI...
(Tereza Maria Caarneiro )
07/07/2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
UM DO OUTRO...
Amanhecer contigo
Amanhecer contigo
Ainda morna de sono, lhe sinto chegar
Com voz suave
Sorriso amável
Olhos de luar
As pontas de seus dedos me tocam como um pianista toca o piano
E a pele vibra a cada toque seu
Contornas meus lábios entre abertos
Retira com leveza os lençois
Não sei se o sol chegou lá fora
E você se demora aqui...
Meus cabelos desalinhados e meu olhar sonolento
Meu corpo semi nu se movimenta lento
Não sei do relógio
Nem do bom senso
Esqueço que o planeta é barulhento lá fora
Aqui só escuto seu respirar
E aos poucos vou me rendendo aos seus carinhos
Você não precisa pedir o que é seu...
Sinto seu cheiro e sua pele
Sua boca me cala antes do primeiro não
Nossos corpos se pedem e se perdem
Perdemos os limites
E nos damos um ao outro num sinfonia quase perfeita
Seus lábios sedosos estacionam na montanha dos meus seios
e explora cada poro que exala prazer
Misturamos corpos, meias palavras, bocas e gemidos
Seu colo é meu aconchego
Seus braços me protegem da realidade que espera do outro lado da porta...
E seus desejos me faz dissolver em ti
Menina, mulher, anjo, louca ou santa
Perdida e encontrada no céu da sua boca
Sem ar e sem nexo
Flutuando no seu sexo
"Á sombra de um vulcão"
Não sei se sou ternura
Não sei se sou paixão
Num mar de prazer
Eu sou de você
Você é de mim...
E o tempo se passa
Me ama, me abraça
E esquece do fim...
O fim do começo
E o nosso endereço
É só fantasia
Uma praia, uma cabana
Um homem e uma mulher
E nos damos conta que escrevemos um poema juntos
Sem rima, sem poesia
Porque hoje conseguimos ser maior que tudo
Nos pertencemos, emaranhados na mesma onda
E transformamos uma manhã comum , numa obra de arte...
Nossa, só nossa...
(Tereza Maria Caarneiro)
quinta-feira, 28 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
CHORE...
Pelos erros que cometeu
Pelas batalhas que não venceu
Pelos momentos que não viveu
Chore...
Pelas palavras que não falou
Pelos caminhos que não trilhou
Chore...
Quando a cortina fechar
Quando a luz apagar
Chore...
Mas, saia do palco com a mesma dignidade que entrou...
(Tereza Maria Caarneiro)
10/04/2016
Pelos erros que cometeu
Pelas batalhas que não venceu
Pelos momentos que não viveu
Chore...
Pelas palavras que não falou
Pelos caminhos que não trilhou
Chore...
Quando a cortina fechar
Quando a luz apagar
Chore...
Mas, saia do palco com a mesma dignidade que entrou...
(Tereza Maria Caarneiro)
10/04/2016
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